Ouvi e fiquei no ar. Não posso dizer que não tenha gostado de algumas sonoridades do CD, mas sinto um Tcheka um pouco descaracterizado. Digo mesmo que sem muita força na voz. É a primeira impressão que tenho logo que ouço a primeira faixa “Da-m bu mon”. Não ouço a voz que tanto gostei em “Djuana”, “Santa”, “Mamai Doca”, etc. Até músicas como “Amizadi si”, “Nayé”, “Satanaz” e “Agonia” deixam bastante atrás a voz de Tcheka em temas deste novo trabalho, como “Maria”, “Lonji”, “Telemóvel”, ou “Língua pretu”. Se calhar é por eu me ter habituado ao Tcheka desde os seus primórdios, pouco tempo após o desaparecimento de Pantera, em que vi um ensaio, e acompanhei o início de sua carreira com o ARKORA (Sem o Orlando). Nessa altura via-se um feeling espectacular da banda, com sonoridades que lembravam ao tempo de Pantera, contudo com algumas inovações. Penso que havia um grande equilíbrio harmónico entre os instrumentos. A guitarra de Hernâni veio trazer uma mais valia e enriquecer essa sonoridade. Se calhar é a diferença que se sente entre Argui e Nu Monda. Em Lonji há coisas que saltam à vista, ou melhor, ao ouvido. Sem dúvida alguma que o arranjo de cordas (entenda-se guitarras) tem o cunho de Hernâni Almeida. Quem conhece o trabalho de Hernâni chegará facilmente a essa conclusão. Há outras sonoridades interessantes, mais viradas para a percussão e os metais, porém sinto também que, muitas vezes, uma superlotação desnecessária desses sons. Há uma grande valorização da guitarra acústica, mas em muitos dos trechos, nota-se a ausência do baixo que poderia dá-las maior profundidade. Penso que libertaria a sobrelotação dos elementos de percussão. Fora tudo isso, penso que a música aqui perdeu muito do que originalmente a caracterizava. É claro que Lenine é um grande músico e produtor que já fez trabalhos de reconhecimento internacional. Mas será que isso teve ou terá grande impacto na música de Tcheka a nível de uma sonoridade que não se libertem totalmente das suas raízes ou terá impacto ainda maior (e de interesse da produtora) o nome LENINE em termos de marketing? Essa é uma opinião minha. Não sou músico, mas acho que aprendi a ouvir e escutar música com alma. Convido a outras pessoas a comprarem o disco e tirar suas ilações. Mas comprem o disco mesmo. Vejam bem a ficha técnica e ouçam-no despidos de preconceitos e sem fazer mais nada. Nada de PC’s Mac’s, iPod’s e mp3. Isso é batota e não leva um artista a lado nenhum.
Neu Lopes
TCHEKA Lonji 1. Da-M Bu Mon 2. Ana Maria 3. Tadja Korbu 4. Lonji 5. Tuti Santiagu 6. Sabu 7. Primeru Bes Kin Ba Cinema 8. Telemovel 9. Fla Mantenha 10. Lingua Pretu 11. Argui 12. Sisterna 13. Tenpul Nona Negul Pinha 14. TéTé Landin
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Fundada a 11 de Novembro de 2005. Constituída por elementos saídos de diferentes Cursos de Iniciação Teatral do CCP-IC, está em plena actividade, já com três poduções Teatrais.
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Nome Artístico:Neu Lopes Áreas de acção: Interpretação, Encenação, Dramaturgia, Criação Musical, Design, Produção e Promoção No Grupo: Direcção Geral, Direcção Artística, Interpretação, Encenação, Figurinos, Criação Musical, Produção, Promoção Peças:Tertúlia (Interpertação, Design); Sonho de Uma Noite de Verão (Interpretação, Design); A Bruxinha Que Era Boa (Montagem Sonora e Sonoplastia); Upgrade (Bô) Democracia (Interpretação, Montagem Sonora, Design); Um Vez Soncente Era Sábe (Interpretação, Dramaturgia, Encenação, Sonoplastia, Música Original, Design); Um Cinquintinha? (Dramaturgia, Encenação, Sonoplastia, Design); O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá – Uma História de Amor (Música Original) Ano de integração: 2005
Hélder Lopes
Nome Artístico: Hélder (Doca) Lopes Áreas de acção:Interpretação, Dramaturgia, Encenação, Apoio Técnico No Grupo:Interpretação, Apoio Técnico Peças:SoFamília (Interpretação); Upgrade (Bô) Democracia (Interpretação); Um Vez Soncente Era Sábe (Interpretação, Técnica); O Céu é Cheio de Uivos - mindelact2007 (Encenação, Técnica) Ano de integração: 2005
Maria Teresa Assunção
Nome Artístico: Teja Assunção Áreas de acção: Interpretação, Figurinos, Dramaturgia No Grupo:Produção, Tesouraria Peças:SoFamília (Interpretação); Rei Lear (Interpretação); Upgrade (Bô) Democracia (Interpretação); Um Vez Soncente Era Sábe (Interpretação) Ano de integração: 2005
HELONEIDA DO ROSÁRIO
Nome Artístico: Heloneida (Helô) do Rosário Áreas de acção: Interpretação No Grupo: Interpretação Peças: SoFamília (Interpretação); Upgrade (Bô) Democracia (Interpretação); Um Vez Soncente Era Sábe (Interpretação); Um Cinquintinha? (Interpretação) Ano de integração: 2005
Júlio Fortes
Nome Artístico: Júlio (Julim) Fortes Áreas de acção:Interpretação, Apoio Técnico No Grupo: Interpretação, Apoio Técnico Peças:SoFamília (Interpretação); Upgrade (Bô) Democracia (Interpretação); Um Vez Soncente Era Sábe (Sonoplastia, Suporte Técnico) Ano de integração: 2005
Thaiz Lucksis
Nome Artístico: Thaiz Lucksis Áreas de acção: Interpretação, Cenografia e Adereços No Grupo: Produção Peças:Ilha Ancorada (Apoio à Cenografia); Upgrade (Bô) Democracia (Interpretação, Adereços) Ano de integração: 2005
Maria Emanuela Leite Lopes
Nome Artístico:Manú Lopes Áreas de acção: Interpretação, Caracterização, Figurinos No Grupo: Secretariado, Produção, Interpretação Peças:Upgrade (Bô) Democracia (Caracterização); Um Vez Soncente Era Sábe (Caracterização); Um Cinquintinha? (Caracterização); O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá – Uma História de Amor (Interpretação) Ano de integração: 2006
Admilson Dias
Nome Artístico: Robô Dias Áreas de acção: Interpretação, Sonoplastia, Cenografia, Direcção de cena No Grupo: Interpretação, Técnica, Produção Peças:Ilha Ancorada (Interpretação, Apoio Técnico); Um Vez Soncente Era Sábe (Sonoplastia); Um Cinquintinha? (Interpretação, Direcção de Cena) Ano de integração: 2006
Jaílson Fortes
Nome Artístico: Jaílson (Djay) Fortes Áreas de acção: Interpretação, Produção No Grupo: Interpretação, Produção Peças:Um Vez Soncente Era Sábe (Interpretação); Um Cinquintinha? (Interpretação) Ano de integração: 2006
Nadira da Luz Delgado
Nome Artístico: Nadira Delgado Áreas de acção:Interpretação, Produção No Grupo: Interpretação, Produção Peças:Ilha Ancorada (Interpretação); Um Vez Soncente Era Sábe (Interpretação); Um Cinquintinha? (Interpretação, Produção) Ano de integração: 2006
EVANDRO MONTEIRO
Nome Artístico: Djoiss Áreas de acção:Interpretação, Adereços, Produção No Grupo:Interpretação, Adereços, Produção Peças:Ilha Ancorada (Interpretação), Um Cinquintinha? (Interpretação, Adereços, Produção) Ano de integração: 2007
Edilson Fortes
Nome Artístico: Dí Fortes Áreas de acção: Interpretação, Encenação No Grupo: Interpretação, Encenação Peças:Ilha Ancorada (Interpretação) Ano de integração: 2007
Osvaldo Santos
Nome Artístico: Shaka Áreas de acção:Interpretação, Dramaturgia No Grupo: Interpretação Peças:O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá – Uma História de Amor (Interpretação) Ano de integração: 2007
Aguinaldo Monteiro
Nome Artístico: Gui Monteiro Áreas de acção:Interpretação No Grupo: Interpretação Peças:O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá – Uma História de Amor (Interpretação) Ano de integração: 2007
Patrícia Alfama
Nome Artístico: Patrícia Alfama Áreas de acção: Interpretação No Grupo: Interpretação Peças:Ilha Ancorada (Interpretação), A Casa de Nha Bernarda (Interpretação) Ano de integração: 2007
Amélia Delgado
Nome Artístico: Amélia Delgado Áreas de acção: Interpretação No Grupo: Interpretação Peças:O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá – Uma História de Amor (Interpretação) Ano de integração: 2007
Liziane Lopes
Nome Artístico: Lizy Lopes Áreas de acção: Interpretação No Grupo:Interpretação Peças:Ilha Ancorada (Interpretação) Ano de integração: 2007
Maísa Vieira
Nome Artístico: Maísa Vieira Áreas de acção: Interpretação, Produção No Grupo: Interpretação, Produção Peças:Figa Canhota (Interpretação) Ano de integração: 2007
OBRAS
Peças Apresentadas
1.ª Produção
UPGRADE (BÔ) DEMOCRACIA
Data de Estreia:31 de Março de 2006 (Março Mês do Teatro 2006) Género:Comédia Autor:Alexandre Silveira Fonseca Soares Dramaturgia:Alexandre Silveira Fonseca Soares Encenação:Alexandre Silveira Fonseca Soares Interpretação:Eileen Barbosa, Hélder Lopes, Heloneida do Rosário, Júlio Fortes, Neu Lopes, Teja Assunção e Thaiz Lucksis Cenografia:Colectivo Figurinos:Colectivo Adereços:Hélder Lopes e Thaiz Lucksis Montagem Sonora:Neu Lopes Sonoplastia e Controle de Microfones FM:Fonseca Soares Música Original:Mo Green e Alexandre Silveira Fonseca Soares Desenho de Luz:Anselmo Fortes Iluminação:Faísca Luminotecnia Caracterização:Manú Lopes Design e Promoção:neulopes – Design & Projectos Lda.
Sinopse “Upgrade (bô) Democracia” é uma peça que, sem papas na língua, brinca com a Política, os políticos e a sua maneira de ser e estar na Política. Em homenagem à memória do Dramaturgo Anu Nobu a peça utiliza a rima do princípio ao fim. O texto vai desenlaçando-se criticando directamente a Oposição, a Situação, o processo eleitoral, ou seja os actores políticos em geral e as regras que os regem.
Espectáculos Março de 2006 – Centro Cultural do Mindelo Maio de 2006 – Centro Cultural do Mindelo Julho de 2006 – Cine Cise (Espargos/Ilha do Sal)
2.ª PRODUÇÃO
UM VEZ SONCENTE ERA SÁBE
Data de Estreia:8 de Setembro de 2006 (Mindelact 2006) Género:Comédia Musical Autor:Neu Lopes Dramaturgia:Neu Lopes Encenação:Neu Lopes Interpretação:Anilda Rafael, Arlindo Rocha, Bia Barbosa, Érika Ramos, Heloneida do Rosário, Hélder Lopes, Jaílson Fortes, Joceilne Rocha, Jorge Spencer, José Birgite, José Rui Martins, Luana Jardim, Luís Miguel Morais, Nadira da Luz, Neu Lopes, Nuno Delgado, Teja Assunção Bailarina:Ariana Neves Cenografia:Bento Oliveira Desenho de Figurinos:Neu Lopes Confecção dos Figurinos:Boutique Soraia Sonoplastia e Controle de Microfones FM:Fonseca Soares e Robô Dias Música Original:Neu Lopes Arranjos:Hernâni Almeida, Fernando Andrade Direcção Musical:Hernani Almeida Coreografia: James Tavares, Ariana Neves, Yasmin Morais Desenho de Luz:Anselmo Fortes Iluminação:Faísca Luminotecnia Caracterização:Manú Lopes Apoio Técnico e Manipulação de Cortinas:Amílcar Évora, Júlio Fortes, Odair Ramos Design e Promoção: neulopes – Design & Projectos, Lda.
Sinopse Mindelo entre finais do Sec. XIX e início do século passado com o seu Porto Grande sempre em movimento. Época em que os cicerones nadavam em dinheiro, as bambas, mesmo exploradas, poderiam viver de barriga fórte e nas ruas vendia-se muito carvom d’Nhô Cáss. É esse o palco de uma paixão pouco convencional entre Raf, um estivador do porto e Juliana, uma prostituta à força. Um amor envolto em muita polémica que passa pela crítica social e pelo ódio de Djô Diábe, um shipshandler sem escrúpulos que não mede meios para obter tudo o que quer e para alimentar a sua obsessão por Juliana. Cria-se então um triângulo amoroso que obviamente terminará em tragédia.
Espectáculos Setembro de 2006 – Centro Cultural do Mindelo Novembro de 2006 – Centro Cultural do Mindelo
3.ª PRODUÇÃO
UM CINQUINTINHA?
Data de Estreia:30 de Março de 2007 (Março Mês do Teatro 2007) Género:Comédia Autor: Neu Lopes Dramaturgia: Neu Lopes Encenação:Neu Lopes Interpretação:Fonseca Soares, Heloneida do Rosário, Jaílson Fortes, Joice, Nadira da Luz, Odair Ramos Cenografia:Neu Lopes Figurinos:Colectivo Adereços:Colectivo Montagem Sonora:Neu Lopes Sonoplastia:Neu Lopes Desenho de Luz: Edson Fortes Iluminação:Anselmo Fortes/Faísca Luminotecnia Caracterização: Manú Lopes Design e Promoção:neulopes – Design & Projectos Lda.
Sinopse Doutor (o falso louco), Florzinha (a inseparável amiga vaidosa) e Casca (o preguiçoso e irreverente) fazem um trio que confortou com a vida que tem, à base de cinquintinhas e que, do seu canto, consegue ver muita coisa que nossa sociedade não consegue ver. Afinal Na Rua de Praia n'é só pêxe que é frêsque. Bonê tambem é frisquim. Trata-se também de uma reflexão sobre muita coisa que se perdeu nesta nossa sociedade, entre os quais os valores e os bons costumes, os credos e descredos, os perigos da globalização, as falsas aparências, a hipocrisia, os altos e baixos de altos dirigentes deste país, enfim um mar de assuntos que se englobam numa história real e triste, mas vivida com muito humor. Aliás, o sanvicentino sempre faz chacota de suas próprias desgraças.
Espectáculos Março de 2007 – Centro Cultural do Mindelo
4.ª Produção
BIOGRAFIA DUM CRIÔL
Data de Estreia: 30 de Maio de 2008 Género: Musical Dramaturgia e Encenação: Neu Lopes, a partir de uma ideia original de Júlio Fortes Interpretação: Aguinaldo Monteiro, Edilson Fortes, Djay Fortes, Manú Lopes, Nadira Delgado, Neu Lopes, Osvaldo “Shaka” Santos, Patrícia Alfama, Karina Lizardo (Actriz Convidada), Mariza Santos (Actriz Convidada), Micau Zacarias (Actor Convidado), Romilda Silva (Actriz Convidada) As Crianças: Katy Rodrigues, Kleudir Lima, Mireille Delgado, Wesley Lopes, William Patrick Direcção de Cena: Hivany Direcção Musical: Neu Lopes Músicos: Fernando Andrade – Piano e Arranjos Rossini Santos – Percussão Ivan Medina – Guitarras e cavaquinho Cipi – Cavaquinho Edson Lopes – Baixo Ivan Gomes – Guitarras Neu Lopes – Programação, Recoreco e Arranjos Coros: Margarida Brito e Neu Lopes Coreografia: Colectivo Sonoplastia: Neu Lopes Operação de Som: Dircelino Gomes Controle de Microfones FM: Fonseca Soares Figurinos: Neu Lopes e Manú Lopes Concepção de Figurinos: Boutique Soraya e José Dias Caracterização: Manú Lopes Cenografia: Neu Lopes, Fernando Morais e Micau Zacarias Carpintaria: Micau Zacarias Desenho de Luz: Anselmo Fortes Operação de Luz: Faísca Luminotecnia Promoção e Marketing: neulopes – Design & Projectos Produção: SARRON.COM – Companhia de Teatro
Direitos Reservados Espectáculo:Emanuel Lopes (Neu Lopes) Músicas:Manuel de Jesus Lopes (Manuel d’Novas) SACEM SPA – Sociedade Portuguesa de Autores Harmonia África Nostra
Sinopse Biografia dum Criôl é uma revista que retrata a vivência do crioulo de Mindelo, suas raízes, suas venturas e desventuras, conquistas e derrotas, sua vontade de emigrar e descobrir novas terras, a saudade, as frustrações e decepções, as partidas, bem como o que mais nos faz viver – a nossa paródia. Enfim, a nossa cabo-verdianidade.Djón, Naiss, Frank e Djindja são quatro amigos inseparáveis. Conhecem-se durante sua infância/juventude e, juntos, vivem muitas aventuras, fazem peripécias, conquistam raparigas, apaixonam-se. Mas a vivência não se restringe às paródias e à vida boémia. Com o tempo a idade aperta e o dinheiro faz falta, pelo que tentam procurar emprego para melhorar de vida. Não vendo uma solução para suas vidas, Djón viaja para o estrangeiro e vai trabalhar num vapor grego. Naiss dá pinote num vapor atracado no porto e mais tarde fica-se a saber que teria desembarcado em Dacar , passando por Paris, Rotterdam e por aí além, enquanto que Frank e Djindja continuam sua vida no Mindelo. A experiência de Djón não é agradável e as saudades da terra e de sua “cretchêu”, Nhú são muitas. Naiss teve mais sorte, mas é um “gargantude” e “basôfe”. Com sentido oportunista deixa a namorada e envolve-se com uma professora, mas essa trai-o com um holandês e Naiss acaba aceitando um filho louro de olhos azuis.São essas e outras as aventuras vividas por esses quatro homens/rapazes e todos os que o envolvem, numa cidade do Mindelo entre finais dos anos sessenta e os anos noventa.
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