11 março 2008
Afinal, o Musical veio para ficar
Tambla: “O Cinema feito por cabo-verdianos está a viver um bom momento”
Tenho sido surpreendido por muitas revelações. A pesquisa que tenho feito envolve sobretudo a ilha de S. Vicente, mas gostaria também de pesquisar sobre o cinema nos outros concelhos do país. Acho que esta é uma questão tão importante quanto a questão de preservação de edifícios históricos, também é um património, neste caso um património humano e imaterial, de valor extraordinário.
É pena que nem os institutos culturais nem as câmaras municipais têm interesse por esta área. Mas alguém tem de fazer este trabalho e acredito que eu e todos aqueles que têm curiosidade por esta área, por exemplo o senhor Rui Machado, Dany Mariano, que tem procurado restaurar alguns documentos, pessoas que têm guardado em suas casas e que vêem nelas valor, podem fazer alguma coisa.
- Além de existir salas de cinema em Cabo Verde, que neste momento estão todas encerradas mas que em décadas passadas projectaram filmes de vários países, pode-se dizer que existe um cinema cabo-verdiano?
Não acredito que o cinema cabo-verdiano tenha existido em algum momento. Olha, ainda hoje se diz que o continente africano não tem uma cinematografia porque ainda há pouco material. Só recentemente, com a realização do Fespaco se passou a estimular a produção de um cinema de cunho africano. Mas é complicado definir um cinema africano porque a própria África é muito plural, o que dificulta as coisas. Algo parecido acontece em Cabo Verde: não temos produção suficiente para ter uma cinematografia cabo-verdiana.
Mas acredito (e esta é uma visão muito positivista das coisas) que faço parte de uma geração que pode vir a construir uma cinematografia cabo-verdiana. Outras pessoas tentaram fazer isso noutros momentos, mas por diversas razões desistiram. Essas pessoas, que participaram nos filmes dos anos 50 (pelo menos que eu tenho conhecimento), por exemplo António Ponchinha e Gabriel Borges, são hoje praticamente desconhecidas e não se tem acesso ao material que produziram e nem se sabe ao certo se este ainda existe.
- Por que terão desistido: limitações financeiras? Inexistência de políticas para o sector?
Foram várias as razões. Alguns desistiram devido a desmotivação. É aquela velha história: não faças nada porque em Cabo Verde a actividade artística não dá nada. Temos provas que apontam no sentido contrário, exemplos heróicos de pessoas que decidiram se assumir plenamente como músicos, bailarinos, actores. Falta isso em relação ao cinema, neste momento. Eu me identifico como cineasta com toda a afirmação e atitude e justifico porquê.
- Assim, aproveitando a deixa, pergunto-lhe: porquê se identifica como cineasta?
Por isso, nós que somos cabo-verdianos temos que assumir esta área e continuar a trabalhar, com teimosia como é o caso de Mário Benvindo, Paulo Cabral, Júlio Silvão, Boss, Jean Gomes, que fazem os seus documentários aqui no território nacional, Ana Lisboa, Guenny Pires, que estão fora do país mas continuam a fazer um trabalho focado no país. Não são os filmes como Fintar o Destino, O Testamento do Senhor Napumoceno ou outros filmes feitos por estrangeiros que vão contribuir para o aparecimento de uma cinematografia cabo-verdiana.
- Afirmou num artigo que foi recentemente publicado no Suplemento Kriolidadi, do jornal A Semana, que, e passo a citar, “se o filme da história da exibição em salas é do género cómico-dramático com um final estupidamente trágico, a história da produção faz o caminho exactamente inverso”. O que quis dizer com isso?
Eu tenho como grande referência o Henrique Pereira porque ele foi um grande apaixonado por cinema, um sonhador, que pôs o seu filme às costas para poder mostrá-lo a todos os seus conterrâneos. Mas a história dele acabou em tragédia: o seu material foi confiscado e ele desiludiu-se e desanimou, pois não era fácil (e continua a não ser) a montagem de uma grande produção para fazer um filme aqui em Cabo Verde. Sabe, aquela casa velha que fica bem ao lado da Mediateca, que está bastante degradada, serviu de cenário de alguns filmes. O Clube de Ténis de São Vicente era o centro de produção. Mas, todos esses esforços foram apunhalados. E nem é preciso ir tão longe para ver que as condições não mudaram muito desde então. Vejamos o caso de Leão Lopes, que fez o filme “Ilhéu de Contenda com vontade e esforço extraordinários e que acabou por ter uma relação estranha com o próprio cabo-verdiano. Não foi dada autorização para o filme ser exibido nas salas de cinema de Cabo Verde por questões de produção, e consequentemente a maioria dos cabo-verdianos não viu o filme.
Entretanto, posso dizer que agora estamos a viver um bom momento. Embora sem salas de cinema, as pessoas estão a procurar espaços alternativos para exibir os filmes. Temos neste momento casos de várias pessoas que estão a filmar, a realizar, a fazer cinema, mesmo com orçamentos muito apertados. E o seu trabalho está a ser reconhecido. Por exemplo, o documentário de Júlio Silvão “Batuque: a alma de um povo” é espectacular tanto como filme como material antropológico. O filme de Mário Benvindo - Rua Banana - tem um início que é o melhor que já vi em filmes feitos por cabo-verdianos, espectacular. “O Percurso do Outro”, de Guenny Pires é tecnicamente muito bem trabalhado, o que indicia que ele está muito bem preparado e tem grande maturidade. Eu estou a fazer um trabalho experimental, uma espécie de versos em forma de cinema, com a ideia de fazer uma homenagem a todos os meus ídolos como os mestres Charlie Chaplin, Brad Cash, Glauber Rocha, Alexander Sokurov, Sergei Einsensteins e Artazvad Pelechian.Curiosamente, apesar desta vaga de produção cabo-verdiana, não há uma aposta, não há uma política estatal para a área. A quem podemos recorrer para conseguir apoios e angariar recursos? O que temos feito é apoiar uns aos outros, funcionando como uma espécie de cooperativa. Ou seja, está no ar uma boa esperança e acredito que mais cedo ou mais tarde vai aparecer alguém que investirá no cinema, que dará um passo à frente e apostará no cinema feito por cabo-verdianos.
Se os empresários nacionais apostam em festivais de música, em que o seu nome aparece uma só vez, porque não apostam num filme ou documentário que vai ser projectado várias vezes e, logo, todas as vezes o seu nome vai aparecer? Mas o problema não é apenas falta de ajuda financeira, falta também apoio institucional do Ministério da Cultura. Não imagina as dores de cabeça que os cineastas cabo-verdianos sofrem quando saem para o exterior só pelo facto de não termos um instituto de cinema e de não sermos acompanhados por nenhum representante do Ministério da Cultura. Eu quero crer que isso é porque o MC não está a conseguir acompanhar a nossa dinâmica. Mas não é só isso, o MC precisa ser mais atencioso para com os artistas, nomeadamente os cineastas.
Muitas vezes, tratam-nos como párias, nem se dignam a responder sim ou não aos nossos projectos. Por exemplo, as mostras de cinema que temos organizado, em que mostramos o nosso trabalho. Não é como aqueles encontros de cinema que têm sido organizados em Cabo Verde, mas a partir do estrangeiro. Ou seja, nesses casos apenas damos casa pa boi. Há tempos, em conversa com a D. Maria Luísa, uma das proprietárias do Éden Park, que tudo fez para evitar o encerramento e a venda, já quase concretizada daquele espaço, perguntei-lhe: qual a solução para o cinema em Cabo Verde? Ela disse-me: a partir do momento que Cabo Verde tiver produção cinematográfica própria, passaremos a viver um momento inverso a este, em que todas as salas de cinema estão fechadas. Às vezes, encontro-me na rua com pessoas que se mostram indignadas com o facto de não estar a funcionar sequer uma sala de cinema.
- Qual a solução para este problema de falta de salas de cinema a funcionar?
Uma das alternativas é a criação de cine-clubes que, reunidos, podem no futuro, ser uma grande projecto. É um trabalho como o da formiga, leva tempo mas dá bons resultados. É pena que não tenhamos tido capacidade para dar conta do perigo que corria o Éden Park. No entanto, há que ressalvar que o Éden Park é um património desta cidade, nacional, mas também é um património de uma família. Ouvi dizer que o projecto que o futuro novo dono tem, que será uma espécie de centro comercial, inclui salas de cinema. Bem, espero que sim. Mas o problema não é só esse.
- É a história que se fez no Éden Park que está também em causa, não é?
Sim. Infelizmente, não vi a Câmara Municipal de São Vicente a fazer muitos esforços para impedir a venda nem o Ministério da Cultura e o governo nacional em geral a tomarem qualquer iniciativa para que se conservasse o Éden Park. A D. Maria Luísa aguentou o quanto pode essa situação de crise, que era bastante complicada. Ela é uma apaixonada pelo cinema, fala disso sempre com emoção e é com muita pena que está a desfazer-se do Éden Park, uma sala que ela ama. Em suma, creio que faltou um bocadinho de esforço também da nossa parte, nós os cidadãos e entidades públicas. Espero que a pessoa que vai comprar o Éden Park seja sensível à importância que o edifício tem para a história da cultura cabo-verdiana.
- Segundo sei, a Câmara de São Vicente projecta criar uma cinemateca, para tentar minimizar a perda do Éden Park. O que acha disso?
É uma boa ideia, mas uma cinemateca não vai nem pode substituir o Éden Park ou outras salas de cinema. A cinemateca é uma instituição cuja missão é cuidar da cinematografia de um país. Na minha opinião, está se a tratar do assunto com uma certa leviandade. Imagine, trouxeram a Fátima Antunes a S. Vicente para falar de cinemateca e a primeira questão que se discutiu é onde vai ser instalada a cinemateca. Porquê, se ainda nem temos um conteúdo para rechear essa futura cinemateca? Uma cinemateca é bem diferente de uma sala de cinema, pode funcionar em qualquer sala mas tem que ter produtos cinematográficos. Mas queria dizer uma coisa: as pessoas falam muito do Éden Park mas esquecem-se do Parque Miramar. Ninguém se lembra que foi comprado pela Igreja Universal do Reino de Deus, na altura não foi levado em conta o seu valor patrimonial. Depois a IURD mudou-se para um edifício construído de raiz e o Parque Miramar foi fechado e continua assim e em avançado estado de degradação. É uma imagem dolorosa.
- E a outra ideia de criar um museu do cinema? Neu Lopes escreveu recentemente no blog da sarron teatro que a D. Maria Luísa está disponível a ceder todo o material que tem.
- Em que deve apostar os cineastas cabo-verdianos: ficção ou documentário?
É indiferente. Ficção ou documentário, o que importa é que seja um projecto credível, que consegue convencer o mercado e as pessoas que podem financiar o mesmo. Quer seja documentário, ficção, animação, experimental, tudo é cinema. À partida, parece mais fácil fazer um documentário, pois basta ter uma camera, mesmo aquelas embutidas nas máquinas fotográficas, e ir fazendo o meu filme, e com qualidade.
- Você é o director do Oiá, ciclo de documentários anual. Mas, também, tens projectos pessoais de documentários. Pode nos dizer quais?
Quando eu decidi que queria ser cineasta e comecei a investir na minha formação, quis fazer tudo com muita pressa, esquecendo-me que tudo tem o seu ritmo. Tem feito pesquisa sobre cinema, tenho estado envolvido na organização de mostras de cinema, cineclubes, mas também tenho as minhas produções. O pessoal do cinema que me conhece, tanto nacional como internacional, me chama “Tambla Rabidante” porque tenho um projecto de um documentário intitulado “Rabidante”, que já deve estar cansado de estar na gaveta e amarelado. Mas, a verdade é que quero fazê-lo com calma e bem, pois é uma grande homenagem que quero fazer ao povo da ilha de Santiago, que é o meu povo, a ilha onde nasci e pela qual tenho um sentimento especial. Estou neste momento a criar estruturas e reunir meios para fazê-lo. Fora isso, estou a fazer os meus filmes poéticos, a série Poeira & Poesia. Deveria já estar a filmar Blimund, mas eu e o Boss tivemos alguns contratempos, por isso estamos atrasados.
Portugal ratifica Acordo Ortográfico
A decisão, que ainda terá de ser sujeita à apreciação do Parlamento e do Presidente da República, Cavaco Silva, foi anunciada pelo ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira, no final do Conselho de Ministros.
"O Estado português adoptará as medidas adequadas para garantir o necessário processo de transição, no prazo de seis anos, nomeadamente ao nível da validação da ortografia constante dos actos, normas, orientações ou documentos provenientes de entidades públicas, bem como de bens culturais, incluindo manuais escolares, com valor oficial ou legalmente sujeitos a reconhecimento, validação ou certificação", lê-se no comunicado do CM.
Candidatura da Cidade Velha: Aspecto técnico do dossier já foi aprovado pela Unesco
O dossier de candidatura da Cidade Velha a património mundial teve a sua apresentação técnica aprovada pelos comité de avaliação da UNESCO. A informação foi avançada pelo Ministro da Cultura, Manuel Veiga, em entrevista ao Asemanaonline.Manuel Veiga explicou que, com a resposta positiva ao aspecto técnico do dossier, começa agora uma segunda fase que consiste em preparar a visita, em Outubro, de uma comissão enviada pela UNESCO para avaliar in loco os argumentos apresentados e comprovar a existência de condições para sustentar o título, caso ele venha a ser atribuído.
Interpelado quanto à existência de um plano B, caso o pior venha a acontecer, o ministro revelou a intenção de nesse caso Cabo Verde avançar para uma candidatura a património natural. “Temos várias opções com possibilidades de concorrer a património natural como, por exemplo, as salinas do Sal, a cratera do vulcão do Fogo, os vales de Santo Antão... Mas tudo isso ainda está a ser estudado”, esclareceu Veiga antes de garantir que, mesmo que a Cidade Velha não receba o titulo da UNESCO, o Governo vai continuar a investir no local e, sobretudo, no património humano, tendo em vista o turismo cultural e não só. “ Mas nós não temos dúvidas que Cidade Velha é património”, concluiu.
Ainda na corrida a Património Mundial, brevemente, terão início obras de requalificação do bairro de S. Sebastião, junto a Sé Catedral, também vai ser criado um centro de apoio à produção agro-pecuária local.
Poesia cabo-verdiana nas bancas, por uma boa causa
Poucos dias depois de estar nas bancas, a aceitação "tem sido óptima" menciona Rosa Costa, médica que coadjuvada pelo jornalista Francisco Fontes, é responsável pela organização e coordenação de um projecto que terá a duração de três anos e cujos fundamentos se baseiam na recolha de fundos para beneficência na área da saúde, principalmente centrados na ajuda à região de Bafatá, no leste da Guiné-Bissau.
O livro, com desenhos do português António Alves e do cabo-verdiano Tchalé Figueira, reúne a colaboração de seis autores portugueses e nove cabo-verdianos: Alluos Sollau, Rosa Costa, Pintor Abrunheiro, Duarte Klut, Joana Patrício Pereira e Fernando Gomes (Portugal) e Vasco Martins, Lay Lobo, Chissana Magalhães, Eileen Barbosa, Tchalé Figueira, Margarida Fontes, Elisa Schneble, Edmir Ferreira e J.H. Brito Pereira (Cabo Verde).
A obra foi lançada no decorrer de um recital de poesia, intercalado por música de Portugal e de Cabo Verde, e pela projecção de imagens da Guiné-Bissau.
10 março 2008
GTCCPM-IC Apresenta "A Última Ceia"
Sinopse
É o último dia do milénio: três homens e duas mulheres apostam tudo. As probabilidades não são muitas. Se não tiverem sorte, perdem. Se tiverem sorte, perdem. Porque o mundo vai acabar ao bater da meia-noite. É o próprio Diabo quem o diz. E o Diabo, como todos sabemos, nunca mente.
Ficha Artística
Encenação, Direcção Artística e Cenografia
João Branco
Adaptação Dramatúrgica
João Branco
(Adaptação do romance «Apocalipse Nau», de Rui Zink)
Direcção Plástica e Figurinos
Elisabete Gonçalves
Iluminação e Assistente de Encenação
Edson Fortes
Peça Cenográfica
Manuel Estevão
Interpretação
Arlindo Rocha
Elisabete Gonçalves
Elisio Leite
João Branco
Manuel Estevão
Silvia Lima
Mário Lucio Sousa assina o segundo volume da Colecção Dramaturgia Nacional

Na passada Sexta-feira, 7 de Março, deu-se o início oficial do Março Mês do Teatro 2008 com o lançamento do segundo volume da Colecção Dramaturgia Nacional, com cinco peças de Mário Lúcio Sousa, em que quatro já foram levadas ao palco: "Adão e as Sete Pretas de Fuligem", "Salon", "Sozinha no Palco" e "Vinte e Quatro Horas na Vida de um Morto". A outra peça intitula-se "Diálogos com Satanás". Trata-se de mais uma acção conjunta da Associação Mindelact e do Instituto Nacional da Biblioteca e do Livro. Recorda-se que já havia sido lançado um primeiro volume com peças escritas por Espírito Santo da Silva.
Março Mês do Teatro 2008 em marcha
Em relação aos espectáculos, pouco há para falar. Três companhias de teatro mindelenses não participam no certame, a saber, Atelier Teatrakácia, Companhia de Teatro Solaris e Sarron.com - Companhia de Teatro. Razões de vária ordem estiveram nessa decisão. Porém pode-se ver essa decisão de uma forma positiva, uma vez que será a oportunidade dos mindelenses verem teatro em épocas diversas, não ficando à espera de dois certames por ano: o Março Mês do Teatro e o Festival Mindelact.
A abrir o programa de espectáculos, o Grupo de teatro santantonense Juventude em Marcha apresentou, em reposição, a peça Jazid d'Bóca de Pistola, com sucesso garantido e sala cheia. Foram momentos de incontestável humor, num espectáculo que retrata a vida de pescadores e dos que os rodeiam na pequena vila piscatória da Ponta do Sol. Um espectáculo que também serviu para homenagear a mulher cabo-verdiana e santantonense na pessoa da Sra. Ana d'Aninha.
No próximo fim desemana será a vez do Grupo de Teatro do Centro Cultural Português - Instituto Camões apresentar a sua 40ª Produção Teatral, A Última Ceia, baseada na obra de Rui Zink, "Apocalipse Nau".
03 março 2008
Sarron.com estará ao vivo na TCV no próximo Domingo
28 fevereiro 2008
A Música de Manuel d'Novas (7)
(1978)

Hoje tud gót pintód
Ê um compositor na nôs terra
Jás proveitá viração d’história
Jás formá campanha
Pa bem sassiná nôs música
Co melodia robód
Na gente de porli
Na gente de porlá
Si música ê spedjo
Di cultura di um povo
Ca nôs fusilá nôs morna e coladêra
Ca nô sassiná cultura dêss povo
Ca nô contrariá
Espírito di Tavares e B.Leza
Si morna morrê
Nôs ligria já cabá
Ronco di violão, nôs luar nôs serenata
Ta fca sepultado na noites di história
Si cretcheu morrê
Cabo-Verde tambê já morrê
Direitos Reservados
(Editing/Publishing)
Manuel de Jesus Lopes (Manuel d'Novas)
SPA
SACEM
Africa Nostra
Harmonia
CARTAZ (3)
Sinopse
Fim-de-semana em Concerto no MindelHotel
27 fevereiro 2008
CARTAZ (2)
RAMBO IV
Sinopse
Uma guerra civil acontece há quase 60 anos na fronteira com a Birmânia, envolvendo os birmaneses e a tribo karen. John Rambo (Sylvester Stallone) vive no norte da Tailândia, onde pilota um barco no rio Salween. Cansado de lutar, Rambo leva uma vida simples e solitária, apenas acompanhando o fluxo de rebeldes e refugiados. Até que surgem Sarah Miller (Julie Benz) e Michael Burnett (Paul Schulze), dois missionários, que explicam que os birmaneses colocaram minas terrestres na estrada e que, por isso, precisam que Rambo os leve pelo rio. Inicialmente relutante, Rambo aceita a proposta. Mas duas semanas depois o pastor Artur Marsh (Ken Howard) procura-o, dizendo que os missionários foram capturados e que havia recolhido dinheiro para contratar mercenários para resgatá-los. O pastor agora quer que Rambo treine os mercenários, para que a missão deles possa ter sucesso.
Título Original: John Rambo
Género: Aventura/Acção
Duração: 91 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2008
Realização: Sylvester Stallone
Argumento: Art Monterastelli e Sylvester Stallone, baseado no personagem criado por David Morrell
Produção: Kevin King, Avi Lerner, Sylvester Stallone, Kevin King Templeton e John Thompson
Música: Brian Tyler
Fotografia: Glen MacPherson Desenho de Produção: Franco-Giacomo Carbone
Direcção Artística: Suchartanun "Kai" Kuladee Guarda-roupa: Lizz Wolf
Montagem: Sean Albertson
Elenco: Sylvester Stallone(John Rambo), Julie Benz (Sarah Miller), Graham McTavish (Lewis), Reynaldo Gallegos (Diaz), Jake La Botz (Reese), Tim Kang (En-Joo), Maung Maung Khin (Tint), Paul Schulze (Michael Burnett), Cameron Pearson (Jeff), Ken Howard (Pastor Arthur Marsh), Matthew Marsden.
Site Oficial: www.ramboiv.com.br
CARTAZ (1)
Título Original: No Country for Old Men
Género: Drama
Duração: 122 minutos
Ano de Lançamento (EUA): 2007
Realização: Ethan Coen e Joel Cohen
Argumento: Ethan Coen e Joel Coen, baseado num livro de Cormac McCarthy
Produção: Ethan Coen, Joel Coen e Scott Rudin
Música: Carter Burwell
Fotografia: Roger Deakins
Direcção de Artística: John P. Goldsmith
Guarda-roupa: Mary Zophres
Montagem: Ethan Coen e Joel Coen
Efeitos Especiais: Luma Pictures / Tinsley Transfers
Elenco:
Tommy Lee Jones (Ed Tom Bell), Javier Bardem (Anton Chigurh), Josh Brolin (Llewelyn Moss), Woody Harelson (Carson Wells), Kelly Macdonald (Carla Jean Moss), Garrett Dillahunt (Wendell), Tess Harper (Loretta Bell), Barry Corbin (Ellis), Beth Grant (Agnes), Kit Gwin (Molly), Rodger Boyce (Xerife de El Paso)
Site Oficial: http://www.nocountryforoldmen.com
And The Oscar goes to...
Vigésima terceira Feira do Livro Português abre portas esta semana
Vasco Martins vai estar em concerto no CCM
26 fevereiro 2008
Corsino Fortes na antologia Palavra do Mundo
Conforme noticia a agência noticiosa AngolaPress, que cita os organizadores, o livro, editado sob a chancela da Colecção Sul, traz obras de poetas de diversas línguas, geografias e culturas, tendências estéticas e filosóficas, dinâmicas geracionais e maneira de assumir a poesia e o acto poético.
São os porta-vozes do mais genuíno pensamento literário contemporâneo em defesa da humanidade, tais como Ernesto Cardenal (Nicarágua), Thiago de Melo (Brasil) Miguel Barnet (Cuba)), Eugeni Entushenko (Rússia), Dario Alvisio (Itália) Elena L. Popescu (Roménia), Fernando Aguiar (Portugal), Benjamím Prado (Espanha), Tito Alvarado (Chile), António Gonçalves (Angola).
Corsino Fortes nasceu em São Vicente, em 1933. Formou-se em Direito em Lisboa em 1966. Ali, após a independência de Cabo Verde em 1975, tornou-se Embaixador por certo tempo. De 2003 a 2006 foi presidente da Associação dos Escritores de Cabo Verde.
Tem vários livros publicados: “Pão & Fonema”, “Árvore & Tambor”, “Pedras de Sol” e “Substância”, reunidos na trilogia “A Cabeça Calva de Deus”. Os seus textos fazem parte de várias outras antologias em língua inglesa, brasileira, francesa, italiana, holandesa, entre outras.
De acordo com o poeta português João Rasteiro, na poesia de Corsino Fortes “a insularidade de Cabo Verde aflora numa sintaxe fragmentária e em síncopes”. Nisso, continua Rasteiro, “há a expressão directa e o coloquialismo, ao lado, às vezes, de um tom alto, sempre contrastado por inflexão brutal, vigorosa”. E assim, conclui o poeta luso, Corsino Fortes consegue que nos seus poemas habitem “os arquipélagos por fora e por dentro”.
TSF
A música de Manuel d'Novas (6)
(1985)
Pa que tónte maldade nesse mundo
Se nô ta li sô pa um segundo
Pa que tónte inamizade
Pa gerá infelicidade
Pa que tónte industria de guerra
Se nô podê criá paz na terra (medjôr ê pensá)
Hôme ta cheio di malvadeza
Sem respeito pa natureza (ô deus valêno)
Tónte invento na planeta
Tónte coitóde pa maneta (sem sês hora tchegá)
Monopólio de um cambada
Ê distino di nôs vida
Cada hora um notícia
Cada minuto um malícia
Desarmamento ê conversa
Pa banquete e vice versa
Ê fartura num ponta
Ê miséria not ponta
Mundo ta pior q’um jogo de póca
Ca bô mandáme calá boca (um’ t’ta dzê verdade)
Nô ti ta vivê debóx d’ ameaça
Dum flagelo pa tud raça
Mundo podia ser ôte cosa
Vida podia ser côr de rosa
Si nôs tudo podia juntá môm
Co Deus e amor na coraçôm
Ma Bíblia ta flá
Na Apocalipse
Direitos Reservados
(Editing/Publishing)
Manuel de Jesus Lopes (Manuel d'Novas)
SPA
SACEM
Africa Nostra
Harmonia
A música de Manuel d'Novas (5)
(Coladeira - 1969)
Góstordia um’ encontá um flana
Que dam’ bonôte num linga estrónhe
Ela era um dês crióla italiana
Um’ sube pa bóca dum buldónhe
Nôs terra ta chei di estrangêra
Nô ta conchês na sês manêra
Di maquiagem e cabêl pustice
Pa bem pô criôl na rabolice
Talianinha marozinha
Bem exibí li na bô terra
Oiá cma bô ta madurinhaJá bô bem pô criôl na guerra
Direitos Reservados
(Editing/Publishing)
Manuel de Jesus Lopes (Manuel d'Novas)
SPA
SACEM
Africa Nostra
Harmonia
22 fevereiro 2008
Fim de Semana Musical no Pub Alta Lua

20 fevereiro 2008
HABIB KOITE estará em concerto no Mindelo
Artista Maliano de renome internacional, Habib Koite nasceu em 1958 em Thiés, uma cidade senegalesa situada sobre o caminho-de-ferro que liga Dakar a Niger, cuja construção contou com a participação de seu pai. Seis meses após seu nascimento sua família deslocou-se a Kayes, Mali, capital regional do Oeste, após Bamako.
Originário de uma família de griots da etnia khassonké, Habib Koite cresceu entre desassete irmãos e irmãs.
Dono de uma voz e de uma mestria com a guitarra inconfundíveis, Habib e um símbolo da música africana, tendo efetuado diversos concertos no seu país natal e por terras africanas. Tem tido a oportunidade de atravessar o mundo, tendo já efectuado espectáculos na Europa em países como França e Bélgica e Estados Unidos.
Do seu curriculum constam quatro álbuns de originais, um duplo CD e participações e nos projectos Putomayo, tornando-o num dos nomes de referência da world music, valendo-lhe um segundo lugar no World Music Charts Europe em 1998. Participou em projectos com músicos como o bluesman Eric Bibb (na vasta descoberta das raízes africanas do blues pelo público americano), o Art Ensemble of Chicago, a diva do wassoulou Oumou Sangaré, Jackson Browne e ainda Bonnie Raitt que o convidaria para participar no seu álbum “Silver Lining”.
“Fôly”, um duplo CD gravado ao vivo e lançado em 2003 é o testemunho da força da música de Habib Koité imortalizado em mais de 1000 concertos em 13 anos de carreira (1994-2006).
E agora “Afriki” marca o grande regresso de Habib Koite & Bamada, conjugando maravilhosamente melodias místicas, raízes folk e ritmos embelezados, encontro perfeito da modernidade e da tradição.
18 fevereiro 2008
SARRON.COM recebe visita de Vítor Lima
Vítor Lima - ContratenorO Ensaio da Sarron.com recebeu na passada semana a visita do cantor lírico Vítor Lima a convite da Professora Margarida Brito. Com a maior das humildades passou à troupe muitas de suas experiências, através de vários exercícios de voz, canto e dicção.
Vítor Lima nasceu em 1965, em Viana do Castelo.Iniciou os seus estudos como contratenor na Academia de Música de Viana do Castelo, com o professor Rui Taveira. Completou o Curso de Canto em 1991 e, actualmente, frequenta o Curso Livre. Em simultâneo, concluiu a Licenciatura em Ensino de Música na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Frequentou cursos de Pedagogia Musical com Jos Wuytack, Pierre van Hauwe e aperfeiçoamento em canto, com José Oliveira Lopes, Max van Egmond, Matthias Gerchen e Jill Feeldman. Tem realizado recitais de Música Barroca e Renascentista. Colaborou como solista com: a Orquestra da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, em Stabat Mater de Pergolesi; Orquestra de Câmara da Universidade de Vigo, nos Stabat Mater de Vivaldi e de Pergolesi, com a Orquestra ARTAVE sob a direcção de António Soares, em Glória de Vivaldi e O Messias de Haendel, com a Orquestra Sinfónica Norte Cultural, sob a direcção do maestro José Ferreira Lobo, em O Messias de Haendel.Integra habitualmente os grupos de música de câmara Ensemble 14 14 e Collegium MusicumActualmente é docente na Escola Preparatória de Vila Praia de ncora, Academia de Música de Viana do Castelo e Escola Superior de Educação de Viana e integra a equipa de docentes galardoados com o 1º Prémio do Concurso Nacional de Projectos de Inovação no Ensino, atribuído pelo Instituto de Inovação Educacional - Ministério da Educação de Portugal no ano de 1997.Possuidor de um timbre de voz raro - contratenor - é no momento uma das vozes mais promissoras ao nível dos jovens cantores nacionais. Com uma já vasta carreira no território nacional e em âmbito internacional, e muito embora colabore regularmente com projectos musicais de diversas áreas da música erudita, é, contudo, um especialista em música barroca.
O natureza da sua voz é de qualidade incontestável, reconhecido por Jill Feeldman, Max van Egmond e Matthias Gerchen - especialistas de renome mundial neste género musical.
12 fevereiro 2008
Está aberta a corrida aos oscars
O mais importante acontecimento cinematográfico do ano está prestes a acontecer. No dia 24 de Fevereiro de 2008, Domingo ficaremos a conhecer o veredito para todas as nomeações para a estatueta dourada naquela que será a sua 80.ª edição.
Esse espectáculo de estrelas e fashion será transmitido pela TVI e, é claro nós faremos de tudo para não faltar.
Fica aqui a lista dos nomeados.
Melhor Actor
George Clooney para "Michael Clayton" (Warner Bros.)
Daniel Day-Lewis para "There Will Be Blood" (Paramount Vantage e Miramax)
Johnny Depp para "Sweeney Todd The Demon Barber of Fleet Street" (DreamWorks e Warner Bros.)
Tommy Lee Jones para "In the Valley of Elah" (Warner Independent)
Viggo Mortensen para "Eastern Promises" (Focus Features)
Melhor Actor Secundário
Casey Affleck para "The Assassination of Jesse James by the Coward Robert Ford" (Warner Bros.)
Javier Bardem para "No Country for Old Men" (Miramax e Paramount Vantage)
Philip Seymour Hoffman para "Charlie Wilson's War" (Universal)
Hal Holbrook para "Into the Wild" (
Tom Wilkinson para "Michael Clayton" (Warner Bros.)
Melhor Actriz
Cate Blanchett para "Elizabeth: The Golden Age" (Universal)
Julie Christie para "Away from Her" (Lionsgate)
Marion Cotillard para "
Laura Linney para "The Savages" (Fox Searchlight)
Ellen Page para "Juno" (A Mandate Pictures/Mr. Mudd Production)
Melhor Actriz Secundária
Cate Blanchett para "I'm Not There" (The Weinstein Company)
Ruby Dee para "American Gangster" (Universal)
Saoirse Ronan para "Atonement" (Focus Features)
Amy Ryan para "Gone Baby Gone" (Miramax)
Tilda Swinton para "Michael Clayton" (Warner Bros.)
Direcção Artística
"American Gangster" (Universal)
"Atonement" (Focus Features)
"The Golden Compass" (New Line e Ingenious Film Partners)
"Sweeney Todd The Demon Barber of Fleet Street" (DreamWorks e Warner Bros.)
"There Will Be Blood" (Paramount Vantage e Miramax)
Cinematografia
"The Assassination of Jesse James by the Coward Robert Ford"::: Roger Deakins
"Atonement"::: Seamus McGarvey
"The Diving Bell and the Butterfly"::: Janusz Kaminski
"No Country for Old Men"::: Roger Deakins
"There Will Be Blood"::: Robert Elswit
Guarda Roupa
"Across the Universe"::: Albert Wolsky
"Atonement"::: Jacqueline Durran
"Elizabeth: The Golden Age"::: Alexandra Byrne
"
"Sweeney Todd The Demon Barber of Fleet Street"::: Colleen Atwood
Ratatouille - Um dos nomeados para o óscar de melhor filme de animação
Melhor Filme de Animação
"Persepolis" (Sony Pictures Classics)::: Marjane Satrapi and Vincent Paronnaud
"Ratatouille" (Walt Disney)::: Brad Bird
"Surf's Up" (Sony Pictures Releasing)::: Ash Brannon and Chris Buck
Melhor Realizador
"The Diving Bell and the Butterfly":::Julian Schnabel
"Juno"::: Jason Reitman
"Michael Clayton"::: Tony Gilroy
"No Country for Old Men"::: Joel Coen and Ethan Coen
"There Will Be Blood"::: Paul Thomas Anderson
Melhor Documentário
"No End in Sight"::: Charles Ferguson e Audrey Marrs
"Operation Homecoming: Writing the Wartime Experience"::: Richard E. Robbins
"Sicko"::: Michael Moore and Meghan O'Hara
"Taxi to the Dark Side"::: Alex Gibney and Eva Orner
"War/Dance"::: Andrea Nix Fine and Sean Fine
Melhor Documentário de Curta Metragem
"Freeheld"::: Cynthia Wade and Vanessa Roth
"
"Salim Baba"::: Tim Sternberg and Francisco Bello
"Sari's Mother"::: James Longley
Montagem
"The Bourne Ultimatum"::: Christopher Rouse
"The Diving Bell and the Butterfly"::: Juliette Welfling
"Into the Wild"::: Jay Cassidy
"No Country for Old Men"::: Roderick Jaynes
"There Will Be Blood"::: Dylan Tichenor
Melhor Filme de Língua Estrangeira
"Beaufort"::: Israel
"The Counterfeiters"::: Áustria
"Katyn"::: Polónia
"Mongol"::: Cazaquistão
"12"::: Rússia
Caracterização
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"Norbit"::: Rick Baker and Kazuhiro Tsuji
"Pirates of the Caribbean: At World's End"::: Ve Neill and Martin Samuel
Melhor Banda Sonora Original
"Atonement"::: Dario Marianelli
"The Kite Runner"::: Alberto Iglesias
"Michael Clayton"::: James Newton Howard
"Ratatouille"::: Michael Giacchino
"3:10 to Yuma"::: Marco Beltrami
Melhor Canção
Falling Slowly por "Once"::: Música e Letra de Glen Hansard e Marketa Irglova
Happy Working Song por "Enchanted"::: Música de Alan Menken, Letra de Stephen Schwartz
Raise It Up por "August Rush"::: Música e Letra de Jamal Joseph, Charles Mack e Tevin Thomas
So Close por "Enchanted"::: Música de Alan Menken, Letra de Stephen Schwartz
That's How You Know por "Enchanted"::: Música de Alan Menken, Letra Stephen Schwartz
Melhor Filme
"Atonement"::: Tim Bevan, Eric Fellner e Paul Webster
"Juno"::: Lianne Halfon, Mason Novick e Russell Smith
"Michael Clayton"::: Sydney Pollack, Jennifer Fox e Kerry Orent
"No Country for Old Men"::: Scott Rudin, Ethan Coen e Joel Coen
"There Will Be Blood"::: JoAnne Sellar, Paul Thomas Anderson e Daniel Lupi
Melhor Curta Metragem de Animação
"I Met the Walrus"::: Josh Raskin
"Madame Tutli-Putli"::: Chris Lavis e Maciek Szczerbowski
"Même les Pigeons Vont au Paradis (Even Pigeons Go to Heaven)"::: Samuel Tourneux e Simon Vanesse
"My Love (Moya Lyubov)"::: Alexander Petrov
"Peter & the Wolf"::: Suzie Templeton and Hugh Welchman
Melhor Filme de Curta Metragem
"At Night"::: Christian E. Christiansen e Louise Vesth
"Il Supplente (The Substitute)"::: Andrea Jublin
"Le Mozart des Pickpockets (The Mozart of Pickpockets)"::: Philippe Pollet-Villard
"Tanghi Argentini"::: Guido Thys and Anja Daelemans
"The Tonto Woman"::: Daniel Barber and Matthew Brown
Melhores Efeitos Sonoros
"The Bourne Ultimatum"::: Karen Baker Landers e Per Hallberg
"No Country for Old Men"::: Skip Lievsay
"Ratatouille"::: Randy Thom e Michael Silvers
"There Will Be Blood"::: Christopher Scarabosio e Matthew Wood
"Transformers"::: Ethan Van der Ryn e Mike Hopkins
Melhor Som
"The Bourne Ultimatum":: Scott Millan, David Parker e Kirk Francis
"No Country for Old Men"::: Skip Lievsay, Craig Berkey, Greg Orloff e Peter Kurland
"Ratatouille"::: Randy Thom, Michael Semanick e Doc Kane
"3:10 to Yuma"::: Paul Massey, David Giammarco e Jim Stuebe
"Transformers"::: Kevin O'Connell, Greg P. Russell e Peter J. Devlin
Melhores Efeitos Especiais
"The Golden Compass"::: Michael Fink, Bill Westenhofer, Ben Morris e Trevor Wood
"Pirates of the Caribbean: At World's End"::: John Knoll, Hal Hickel, Charles Gibson e John Frazier
"Transformers"::: Scott Farrar, Scott Benza, Russell Earl e John Frazier
Melhor Argumento Adaptado
"Atonement"::: Christopher Hampton
"Away from Her"::: Sarah Polley
"The Diving Bell and the Butterfly"::: Ronald Harwood
"No Country for Old Men"::: Joel Coen e Ethan Coen
"There Will Be Blood"::: Paul Thomas Anderson
Melhor Argumento Original
"Juno"::: Diablo Cody
"Lars and the Real Girl"::: Nancy Oliver
"Michael Clayton"::: Tony Gilroy
"Ratatouille"::: Brad Bird, Jan Pinkava, Jim Capobianco e Brad Bird
"The Savages"::: Tamara Jenkins
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"Um Vez Soncente Era Sábe" à frente no inquérito proposto pela Sarron.com
:::Resultados do inquérito:::
Upgrade (Bô) Democracia - 14,5%
Um Vez Soncente Era Sábe - 69,4%
Um Cinquintinha - 16,1%
Propomos agora um novo inquérito:
"O QUE PENSA QUE PODERÁ LEVAR A SARRON.COM AO SUCESSO?"
1. A dinâmica da jovem equipa
2. A prioridade dada a temas que destacam a nossa cultura e raízes
3. O facto de trabalhar com elementos de outras companhias
4. Trabalhar musicais e teatro de revista























